Necroliberal

Paulo Guedes, o insaciável ministro da economia dos ricos, desnudou-se diante de uma comissão parlamentar da Câmara dos Deputados À Serviço do Patrão para mostrar todo seu despudorado ódio ao povo brasileiro, mais notadamente, aqueles que, incapazes de economizar dinheiro para depositá-lo em paraísos fiscais, tudo dentro da legalidade sempre muito conveniente aos desejos transbordantes do bolso do patrão, derrubam florestas à procura de comida e ousam querer viver mais do que o sistema previdenciário é capaz de suportar, taoquei.

Guedes goza… da cara da classe trabalhadora, tratando a todas e todos como castas inferiores, réles mão de obra, descartáveis, às vezes reaproveitáveis, sempre substituíveis, dignos de um punhado de direitos, anunciados como privilégios concedidos graças ao bom coração dos ricos empresários, divinos integrantes das classes superiores. Guedes é a cara da burguesia eugenista, branca e racista que empesteia o país com sua arrogância perfumada, seu sorriso branco, hálito puro e suas onanistas mãos invisíveis fazendo arminha, pfiu, pfiu.

Guedes não tem pudores, se lambuza com seu ego flatulento na desgraça alheia; sua pança abarrotada do lixo vira-lata que o nutre se espalha, convulsiona e impele o esgoto jorrado pela boca espumosa, hidrofóbica. Guedes goza das virtudes próprias dos canalhas, dos patifes adoradores do necroliberalismo, concedidas pelo invisível deus glutão da liberália genocida, amém.

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