O fardo da farda

A responsabilidade de se envergar uma farda está não somente em defender os interesses do país, sua soberania, sua bandeira e a democracia, mas também em poder esconder por entre sua camuflagem as fétidas cagadas que escorrem pelas pernas de quem ao vesti-la, opta por proteger covardes e suas covardias. Mas a fedentina, essa não se disfarça nem com o mais perfumados dos fascismos. A coprocracia governada pelo excrementíssimo presidente da república dos 440 mil e daís!, Jair Bolsonaro, nos mostrou hoje, através do lacaio fardado, general Pazuello, que o fedor pestilento de sua administração genocida ainda vai pestear por muito tempo nossas narinas, taoquei.

Oxalá o mal cheiro nos sirva de lição para nunca mais repetirmos o colossal absurdo de negligenciarmos nossa tão preciosa democracia pelas migalhas coloridas, limpinhas e cheirosas que caem da insaciável boca do deus glutão, amém.

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