Flatulence avec la démence

O desatino, o delírio de grandeza e um sério problema gastrointestinal afligem o tricentenário príncipe das liberálias oportunistas, o seisporcentíssimo Ciro Trololó Mariola Novesfora Gomes. Sua vendeta contra Lula, o torneiro mecânico mais querido das galáxias, cidadão honorário de Paris, merci!, expõe dia após dia sua decadência moral, sua baixeza humana e pobreza de espírito travestidos de projeto político, ao concentrar todas as suas forças na sanha de tirá-lo do páreo contra o coprolalíssimo presidente Jair Bolsonaro, em 2022, com seus flatulentos e inabaláveis 6%, prrrrrr!

“Trololó, mariola noves fora… e o Lula? E o Petê?” é no que consiste a tão esperada campanha do pedetista capitaneada pelo marqueteiro João $antana, escalado para comandar a hercúlea tarefa de fazer Ciro subir, flutuar nas pesquisas fazendo das tripas coração para encher ainda mais sua pança aristocrática com flatos impossíveis de serem evitados. Ciro surge todo limpinho cheiroso em um vídeo intitulado “Uma Verdade sobre Lula”, dizendo assim: “Eu gostaria que você tivesse paciência de escutar coisas que não está acostumado. Uma delas: o governo Lula deu pouco aos pobres e muito aos ricos”. Como todo rico pedante – perdão o pleonasmo –, desses que perambulam arrotando o sobrenome por aí há três séculos, Ciro fala de dinheiro, o calcanhar de Aquiles de seu eleitorado pobre personalité – vulgo classe média – desprezando, entre outras benésses das quais usufruem os ingratos, Lula ter tirado – com sua ajuda – milhões de brasileiros da miséria, do flagelo da fome, de ter criado centenas de universidades e institutos federais, de ter dado a 70% dos brasileiros acesso a tudo aquilo que apenas 30% usufruiu por mais de 400 anos enquanto puxava e lambia o saco de 1%, como ainda o faz, religiosamente, amém.

Ciro, ao concentrar-se em bolsos, cifras e afins, ignora do alto de sua educação primorosa, de seu pernóstico academicismo, que gases tóxicos são mais pesados que o ar e não flutuam, pelo contrário, frequentam o rés do chão, lugar reservado aos patifes, megalomaníacos, déspotas, tiranos e toda sorte de bufões cheios de gases, taoquei.

Destapa o rabo e vai com o vento, príncipe.

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