Lixo neoliberal

O ministro da economia dos ricos, Paulo Guedes, está sempre com sua venenosa língua pronta para desqualificar o povo trabalhador brasileiro com seu abjeto preconceito de classe, típico de quem frequenta as elites eugenistas da viralatalândia cafona, mas que não passa de um serviçal descartável. Sua aporofobia aguda está lhe causando pústulas na língua que não consegue suportar, motivo pelo qual, nos últimos dias, desandou a manifestar sua repulsa aos pobres e, de lambuja, meteu no meio do vomitório um amontoado de notícias falsas requentadas para justificar o que afirma não ser preconceito, mas “erros do sistema”, taoquei.

O novo trecho “vazado” – convenientemente durante a CPI da Covid – da reunião do Conselho de Saúde Complementar que Guedes afirma não saber que estava sendo gravado, tem o ministro declarando que o Fies deu “…bolsa para quem não tinha a menor capacidade. Não sabia ler, escrever. Botaram todo mundo. Exageraram. Foi de um extremo ao outro”. Para provar sua declaração, Guedes contou que o filho do porteiro ganhou bolsa mesmo tirando zero no vestibular. Lógico, como todo bom capacho da elite, meteu Paulo Freire no meio, “…ensinando sexo para criança de 5 anos. Maconha, bebida, droga. Dentro da universidade. Estado caótico”. Tudo isso para defender sua visão necroliberal sobre o SUS, justificando o que podemos aventar ser uma proposta para privatização da saúde pública, pfiu, pfiu.

Como sabemos, para Guedes, as pessoas não podem querer viver tanto, pois quebra o Estado, empregadas domésticas não podem gastar seu dinheiro na Disney, queimadas na Amazônia são provocadas porque “as pessoas precisam comer”, não dá pra ter Auxílio Emergencial de R$ 600 com as pessoas gastando tudo em bailes funk, uma festa isso daí. O remédio para a doença de Guedes é o lixo, bem como de toda a súcia que o acompanha no governo do coprolalíssimo presidente da república dos e daís, Jair Bolsonaro, e da escumalha limpinha cheirosa que o idolatra como o gênio da economia, o mago das privatizações, o queridinho do mercado financeiro, com deu$ acima de tudo, amém.

Tem língua solta que vira gravata.

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