Ecologicamente blindado, taoquei

Sente esse cheiro? É o perfume limpinho cheiroso da blindagem que o ministro do Meio Ambiente Ao Meio renovou para garantir sua permanência no governo após a reforma ministerial do badalhoquíssimo presidente Jair Bolsonaro. Ricardo Salles sabe como se locomover entre os escombros da malfadada administração a que serve. Deu uma boa puxada no saco dos norte-americanos, se garantiu com os militares e ainda vai seguir um bom tempo na pasta. Quem cai é o delegado da PF que o denunciou com provas robustas de interferência em investigação e apreensão de milhões de reais em madeira ilegal, taoquei.

Depois da queda do Cavalheiro da Távola Quadrada, Ernesto Araújo, muitos dizem que Salles é o próximo na fila, com o Centrão articulando pra garantir que a pasta fique com um dos seus para que a pilhagem continue com muito mais discrição. Ora, a indústria predatória precisa continuar a gerar empregos sem direitos trabalhistas, produzir alimentos e vestuário com direito ao trabalho análogo ao escravo e assim manter a economia aquecida, com queimada, trabalho análogo ao escravo, com tudo.

Mas Salles está a serviço desses senhores, essa gente que não costuma mexer em time que está ganhando, principalmente com os adversários enfraquecidos e amedrontados pelo vírus mortal que se espalha pelo país vitimando masi de 3 mil pessoas por dia há mais de um mês, mais de 370 mil mortos, praticamente sem vacina e com o sistema de saúde em colapso. Tudo está em perfeita harmonia, pfiu, pfiu.

O tempo nos dirá se trata-se de ingenuidade ou de oportunismo o fato de entidades ambientalistas e afins pedirem ajuda no combate à Bolsonaro, Salles e sua sanha eco-etno-genocida ao país que mais lucra com a situação, política e financeiramente, os EUA. Embasbacados com o apoio de celebridades róliudianas, fazem apelo para que o presidente daquele país, Joe Biden, não confie em Bolsonaro e sua trupe. Se preocupam à toa. Biden não confia em Bolsonaro. Biden se aproveita do viralatismo de Bolsonaro e tirará proveito enquanto o golpe não tiver secado o chão, deixando-o à míngua para saciar a sede e a fome do deus glutão, amém.

A boiada tá blindada, taoquei.

Esse cheiro que você sente no ar agora não é da Amazônia ou do Pantanal queimado. Não. É o cheiro da blindagem que o ministro do Meio Ambiente Ao Meio renovou para garantir sua permanência após a apoteótica reforma ministerial do badalhoquíssimo presidente Jair Bolsonaro em março. Salles é o típico garoto eichpérrto, que sabe como se locomover entre os escombros da malfadada administração a que serve. Deu uma boa puxada no saco dos norte-americanos – do jeitinho que eles gostam –, se garantiu com os militares e ainda vai seguir um bom tempo na pasta. Quem cai é o delegado da PF que o denunciou com provas robustas de interferência em investigação e apreensão de milhões de reais em madeira ilegal, taoquei.

Depois da queda do Cavalheiro da Távola Quadrada, Ernesto Araújo, tudo indica que Salles é o próximo na fila, com o Centrão articulando pra garantir que a pasta fique com um dos seus para que a pilhagem continue com muito mais discrição. Afinal, a Nestlé, a Coca-Cola, a JBS, a Basf, a Syngenta, a Mondelez, a Monsanto, a Bayer e inúmeras outras gigantes da indústria predatória precisam continuar a gerar empregos, produzir alimentos e vestuário, a manter a economia aquecida com os milhares de quilômetros quadrados de floresta queimada para o plantio de soja, milho, cana, palmeiras, além de garantir a preservação dos tão preciosos aquíferos e toda a sorte de minérios, carvão, petróleo e ouro que podem ser encontrados em tão fértil solo. Mas Salles está a serviço desses senhores, não de Bolsonaro. Gente que não costuma mexer em time que está ganhando a essa altura do campeonato, com os adversários enfraquecidos e amedrontados pelo vírus mortal que se espalha pelo país, praticamente sem vacina e com o sistema de saúde em colapso. Tudo está em perfeita harmonia, pfiu, pfiu.

O tempo nos dirá se se trata de ingenuidade, de oportunismo ou de pura burrice o fato de entidades ambientalistas e afins pedirem ajuda no combate à Bolsonaro, Salles e sua sanha eco-etno-genocida ao país que mais lucra com a situação, política e financeiramente, os EUA. Embasbacados com o apoio de celebridades róliudianas, sempre muito limpinhas e cheirosas, fazem apelo para que o presidente daquele país, Joe Biden, não confie em Bolsonaro e sua trupe. Se preocupam à toa. Biden não confia em Bolsonaro. Biden se aproveita do viralatismo de Bolsonaro e tirará proveito enquanto o golpe não tiver secado o chão brasileiro, deixando-o à míngua para saciar a sede do deus capital, amém.

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